sábado, 22 de agosto de 2026
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TJAP inspeciona unidade prisional de Macapá para garantir direitos de presos

TJAP inspeciona unidade prisional de Macapá para garantir direitos de presos
TJAP inspeciona unidade prisional de Macapá para garantir direitos de presos
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A 2ª Vara de Execução Penal (2ª VEP) do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) realizou, nesta quarta-feira (5), uma inspeção na Unidade Policial Penal José Eder (UPPJE), localizada no Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), na zona oeste de Macapá. A ação, conduzida pela juíza Ilana Luongo Kapah, teve como objetivo fiscalizar as condições de custódia e assegurar o respeito aos direitos humanos das pessoas privadas de liberdade.

Durante a vistoria, a magistrada e sua equipe percorreram as instalações, avaliando a estrutura física, as condições de habitabilidade, a taxa de ocupação, a assistência aos custodiados e a segurança da unidade. A inspeção seguiu o calendário definido pela Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) e as diretrizes da Resolução nº 593/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A metodologia utilizada foi baseada em questionários temáticos previstos no Manual da Resolução nº 593/2024 do CNJ. A juíza realizou vistorias nas celas e entrevistas com custodiados e policiais penais, o que permitiu uma análise detalhada do funcionamento da unidade.

“A inspeção de hoje teve como objetivo cumprir o que norteia o Caderno 3 do CNJ, que é verificar os serviços, a assistência e a comunicação do interno com a sociedade. Pudemos identificar quais são os pontos altos e os pontos fracos da instituição. Com a fiscalização, faremos um relatório para que os serviços das pessoas privadas de liberdade possam ser melhorados”, destacou a juíza Ilana Kapah.

As inspeções mensais são determinadas pelo Provimento nº 575/2025 da CGJ, que também atende ao Provimento nº 498/2025, que regulamenta as inspeções judiciais em estabelecimentos penais e delegacias no estado. A 2ª VEP supervisiona penas e medidas alternativas, acompanha o cumprimento de penas restritivas de direitos e analisa rotinas das unidades prisionais.

O Conselho da Comunidade, previsto pela Lei de Execução Penal, atua vinculado ao Poder Judiciário para aproximar a sociedade civil do sistema prisional, oferecer assistência a presos e suas famílias e contribuir com ações de reintegração social.

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